quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Silent Hill 4: The Room

Silent Hill 4: The Room é a quarta parte da série de survival horror Silent Hill, da Konami. O jogo foi lançado, assim como sua trilha-sonora, no Japão em junhode 2004 e na América do Norte e Europa em setembro do mesmo ano, para os consoles Sony PlayStation 2 e Microsoft Xbox assim como para o PC.

Diferente dos lançamentos anteriores, que aconteciam primariamente na cidade perturbada de Silent Hill, este jogo se passa na cidade fictícia de Ashfield, e é focado na tentativa do personagem Henry Townshend de fugir de seu trancafiado apartamento. Ele explora uma série de mundos sobrenaturais e se encontra em conflito com um serial killer não morto.


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Originalmente pretendido como um derivado da série principal, Silent Hill 4 possui um estilo de jogabilidade alterado com navegação em primeira pessoa e elementos do enredo tirados de jogos anteriores. A partir de seu lançamento o jogo recebeu uma reação em sua maior parte de críticas positivas apesar de opiniões mistas quanto ao afastamento do estilo do Silent Hill original.



Silent Hill 4: The Room foi originalmente envisionado como um jogo derivado da série Silent Hill, ao invés de uma continuação da história principal, e possui um estilo de jogabilidade substancialmente diferente dos outros jogos. A jogabilidade é centrada no apartamento do protagonista Henry, o qual é mostrado através de uma perspectiva em primeira pessoa e contém o único save point. Os outros níveis do jogo são alcançados através de misteriosos buracos formados nas paredes do apartamento. Durante a primeira metade do jogo, o quarto também curará o jogador, enquanto a segunda metade tem o quarto se tornando possuído por várias assombrações que drenam a vida de Henry.


Nos principais níveis do jogo o jogador utiliza a usual perspectiva em terceira pessoa da série Silent Hill. Diferente dos outros jogos, o jogador possui somente um limitado inventário de itens que podem ser administrados ao se livrar de itens desnecessários em um baú no quarto de Henry. Silent Hill 4 enfatiza combate durante a jogabilidade, com a quase ausência de quebra-cabeças complexos em favor de tarefas simples de busca de itens. Na segunda metade do jogo, Henry é acompanhado por sua vizinha Eileen Galvin;


Eileen não pode morrer enquanto ela está com Henry, contudo ela pode sofrer danos que a fazem sucumbir à possessão de Walter Sullivan. O jogador também pode equipar Eileen com uma arma para que ela se junte a Henry em combate. O dano que Eileen toma no jogo determina se ela morre ou não na batalha com o último chefe, diretamente afetando o final alcançado.

Silent Hill 3

Silent Hill 3 é o terceiro jogo da série de jogos de terror Silent Hill. O jogo foi lançado em meados de 2003 para o PlayStation 2, e mais tarde para o PC.

O jogo é uma seqüência direta ao primeiro Silent Hill, baseado dezessete anos após este. Este jogo conta a história de uma jovem chamada Heather Masonque teve um sonho bizarro sobre Silent Hill, o que leva ela à cidade para conhecer mais do seu passado. Heather acaba descobrindo que ela faz parte dos planos do culto da cidade.

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Como todos os jogos da série Silent Hill, Silent Hill 3 também faz referências ao filme "Alucinações do Passado" em termos de física e efeitos psicológicos de terror (alucinações, luzes vermelhas, etc). Em uma das partes do jogo, Heather atravessa um corredor e encontra uma cadeira de rodas vazia no fim. Isto é uma referência ao filme de terror "Session 9", do qual os criadores do jogo eram fãs.


Após jogar durante um curto período de tempo num sonho da protagonista no parque de diversões de Silent Hill, o jogador é apresentado à Heather Mason no restaurante "Happy Burger", que localiza-se dentro de um centro comercial. Antes de conseguir sair, ela encontra um investigador chamado Douglas Cartland, que diz ter uma informação sobre o seu passado. Heather foge dele, escapando pela janela de um banheiro feminino. 


Porém, ao chegar à outra parte do centro comercial, ela descobre que ele está totalmente abandonado e infestado de monstros estranhos. Em seu caminho, Heather encontra uma sacerdotisa do culto de Silent Hill, que se identifica como Claudia, dizendo a Heather para "lembrar-se dela, e de sua verdadeira forma". Ela menciona também que está lá para "liderá-los" ao Paraíso "com mãos manchadas de sangue". 


De repente, Heather sente uma insuportável dor de cabeça, que a faz entrar em uma versão alternativa do centro comercial. Ela retorna ao "mundo real" após confrontar-se com uma criatura chamada de "Split Worm" (o chefe do shopping). Ela encontra Douglas novamente, que confessa que foi mandado por Claudia para achá-la.

Silent Hill 2 (Director's Cut)

Silent Hill 2 é o segundo jogo da série de jogos de terror Silent Hill. O jogo foi lançado no final de 2001 para o PlayStation 2, mais tarde para o Xbox e ainda para o PC, no ano seguinte. 

Contrariando o que todos achavam, Silent Hill 2 não é uma sequência direta ao primeiro Silent Hill, do qual mudou desde os personagens, até a parte da cidade onde o jogo se baseia. O primeiro jogo teria referências apenas em Silent Hill 3. O personagem dessa vez se chama James Sunderland, que entra na cidade após receber uma carta de sua ex-esposa Mary, dizendo que o esperava em seu "lugar especial" em Silent Hill.

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O jogo recebeu excelente críticas e foi um sucesso de vendas. Após este, houve mais duas sequências, cada um com características diferentes na série. 
A versão para PC de Silent Hill 2 foi lançada em 31 de Dezembro de 2002, feito pela Creature Labs e publicada pela Konami. A edição de PC era equivalente as versões "Restless Dreams" ou "Inner Fears", que incluíam o modo de jogo de Maria e o final extra.


 A versão geralmente recebia péssimas críticas quando aos controles, que eram apenas no teclado, com ajudas do mouse, entretanto, o jogo suportava um controle através do USB. Uma outra adição era poder salvar em qualquer lugar, chamado de quicksave e quickload, e um menu para ver os trailers de Silent Hill 2 e de Silent Hill 3, porém, não existia nenhum vídeo que mostrasse ao jogador qualquer parte do jogo novo.


O jogo ocorre na perspectiva em terceira pessoa, com diversos ângulos de câmera para diferentes lugares do mapa. Em alguns casos, a câmera simplesmente fica posicionada atrás da visão do personagem. A tela principal não informa nada ao jogador, que é obrigado a verificar a sua energia ou munição através doinventário. Também não há nenhum mapa em nenhum canto da tela, o que, conseqüentemente, faz o jogador selecionar constantemente a função de ver o mapa.


 Os mapas são coletados em vários pontos de várias localidades, assim como os outros itens, e não podem ser lidos em áreas escuras ou com luz insuficiente. James irá escrever no mapa coisas como portas trancadas (ou abertas), obstruções, etc. James também irá escrever o conteúdo de todos os acontecimentos em um bloco de notas, para referências futuras.

New Order - Blue Monday

David Bowie - Diamond Dogs

Diamond Dogs é um álbum conceitual de David Bowie, originalmente lançado pela RCA em 1974. O assunto era a natureza apocalíptica do romance 1984 de George Orwell. Bowie queria realizar uma produção cinematográfica de 1984, mas os detentores dos direitos autorais de Orwell negaram os direitos. Então Diamond Dogs foi produzido usando o material e como o título da canção mostra, o tema 1984 ainda está muito em evidência. A arte de capa no álbum original contém um animal metade cão - metade Bowie pintada por Guy Peellaert.

PARA SABER UM POUCO MAIS SOBRE A HISTÓRIA POR TRÁS DO DISCO, LEIA ESTE EXCELENTE TEXTO QUE SE ENCONTRA AQUI.


Após toda a piração de Ziggy Stardust, Bowie caiu de cabeça na obra de George Orwell, "1984", sim, aquele mesmo do Big Brother. O livro de Orwell impressionou tanto Bowie que "Diamond Dogs" é quase todo baseado na obra dele, praticamente um disco conceitual.
"Diamond Dogs" foi o primeiro disco, desde 1969, sem os Spiders From Mars, a banda de apoio de Ziggy Stardust, e talvez por isso o disco arrisque-se mais em sonoridades mais diversas, como a soul music ou um flerte discoteque, mas sempre mantendo a essência rock rasgada, como no hit-mór do álbum "Rebel Rebel". Apesar de toda a diversidade e toda a concepção dura do disco, "Diamond Dogs" chegou ao primeiro lugar das paradas inglesas, e mesmo com sua possível irregularidade é um dos pilares da época de ouro do camaleão do rock. Você pode não gostar deste álbum de ponta-a-ponta, mas precisa no mínimo ouvi-lo inteiro uma vez, é regra básica para poder entender um pouco sobre o glam-rock e sobre os anos 70. (Por Wladimyr Cruz)



Uma das peculiaridades do álbum é que David Bowie é o responsável pelas guitarras no album inteiro, à excessão da guitarra com wah wah à la Shaft Theme, em "1984", cortesia do senhor Alan Parker. David também faz vocais, toca todos os saxes, toca sintetizador Moog, Mellotron... sejamos francos: David Bowie é do CARALHO. Mike Garson é responsável pelos teclados, Herbie Flowers pelo baixo, Tony Newman E Aynsley Dunbar pelas baterias (e que baterias, PQP!!!).


Tracklist:

1. Future Legend 
2. Diamond Dogs 
3. Sweet Thing 
4. Candidate 
5. Sweet Thing (Reprise)
6. Rebel Rebel 
7. Rock 'N' Roll With Me 
8. We Are the Dead
9. 1984 
10. Big Brother 
11. Chant of the Ever Circling Skeletal Family. ¹

¹ALGUNS DOS LINKS PODEM TRAZER FAIXAS EXTRAS. 


O disco foi o "canto do cisne" da fase Glam de Bowie. De acordo com o escritor David Buckley, "Com o tipo de mudança que viria a definir sua carreira, Bowie pulou fora do movimento Glam Rock à tempo, antes disto se transformar numa paródia sem-graça de si mesmo." Na época do seu lançamento, Bowie descreveu Diamond Dogs como "um album muito politico. O meu protesto... muito a minha cara do que qualquer coisa que eu tenha feito anteriormente". A revista Disc o comparou com "The Man Who Sold the World ( de1970), enquanto a revista Rock and Sounds também descreveu o album como "o trabalho mais impressionante ... desde Ziggy Stardust".

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As guitarras cruas de Bowie e as visões de caos urbano, miséria juvenil e amantes niilistas 
("We'll buy some drugs and watch a band / And jump in the river holding hands") de Diamond Dogs são creditadas como antecipação do movimento punk que tomaria espaço nos anos seguintes.